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Dica de filme: A Rede Social

A rede social é um filme baseado na história real dos criadores e fundadores do site de relacionamentos Facebook, Mark Zuckerberg, o brasileiro Eduardo Saverin e Sean Parker. Essa façanha transformou seu presidente e criador Mark Zuckerberg no mais jovem bilionário do planeta.

Vale a pena assistir esse filme primeiro, porque ele foi muito bem produzido com bons atores, ótima direção. Segundo, porque ele consegue transmitir, em tempo real, o ritmo alucinante do funcionamento das mentes das novas gerações, Índigo e Cristal. O filme ajuda-nos a entender os desafios que se colocam para pais, professores, sociedade e para toda a humanidade: na medida em que as criações geniais e rompedoras de paradigmas inventadas por essas gerações, tais como as redes sociais virtuais, podem ser ao mesmo tempo uma grande conquista e também uma grave ameaça.

Quer dizer, se não houver formação e orientação ética e humana, baseada em valores elevados que definam os limites indispensáveis para a saudável e digna convivência social aliada a incrível capacidade de criação e de invenção na área de tecnologia,ciência ou mesmo na arte, os jovens de agora e as crianças que em breve serão adolescentes, estarão agindo de forma atrapalhada e cega do ponto de vista espiritual. É isso que o filme também nos permite vislumbrar e leva-nos a refletir.

No final do filme, uma das advogadas auxiliares que percebeu a genialidade e a falta de valores e de referenciais éticos de Mark Zuckerberg, dá uma dica à ele: você não é um babaca mas você faz de tudo para ser um! O que ela quis dizer é que ele tem uma mente genial e tem tudo para ser um cara muito especial do ponto de vista humano e de relacionamento humano mas que ele
obcecado por seu projeto perdeu-se do resto, da realidade das relações humanas e de princípios morais e éticos e insistiu nessa atitude, por isso perdeu sua namorada, por isso perdeu seu único amigo verdadeiro, Eduardo Saverin.

Em terceiro lugar, o filme merece ser visto pois ilustra muito bem a tipologia Índigo. O Mark Zuckerberg é um típico Índigo Conceitual com características também do Interdimensional.

Sean Parker é igualmente um Índigo Conceitual que se atrapalhou pois enveredou para adicção à drogas e à uma vida desregrada enquanto Mark tornou-se adicto de seu projeto. E, já Eduardo mostra-se um Índigo Humanista que procura através das relações e comunicação compensar as dificuldades de seu amigo e sócio Mark, nesta área humana, para alavancar o negócio.

Fica aqui a dica, não deixem de conferir esse filme incrível!
Um abraço,
Ingrid