AS 13 CRIANÇAS DE DEUS E A CAVERNA DA TAILÂNDIA _ GERAÇÃO ÍNDIGO E CRISTAL SOB PRESSÃO

No dia 23 de junho de 2018, 12 meninos, com idades entre 11 e 16 anos e seu treinador de 25 anos, ficaram presos e ilhados dentro da caverna Tham Luang Khun Nam Nang Non que significa A grande caverna e fonte de água da mulher adormecida, situada na província de Mae Sai, na Tailândia. Nome que nos parece muito sugestivo e passível de nos fazer imaginar essa caverna um imenso e abençoado útero materno abrigando e acolhendo esses 13 jovens proporcionando-lhes uma espécie de iniciação onde ocorre a morte e o renascimento, talvez muitas mortes e renascimentos… sem precisarem trocar de corpo físico, para assim cumprirem o propósito espiritual desse acontecimento impressionante.

Eram 13 jovens, sem dúvida, Índigos e Cristais, de um time de futebol da região que embora já tivessem entrado na caverna em outras ocasiões, dessa vez, entraram para comemorar o aniversário de 17 anos de um deles. A questão crítica nesse acontecimento é que fizeram isso, aparentemente, sem avisar o guarda do Parque nem as famílias e numa época considerada de alto risco devido a temporada de chuvas intensas, onde entrar nessa caverna está proibido, conforme placa indicativa, no local.

Como, logo após a entrada dos 13 começou uma chuva muito intensa, logo a caverna foi sendo inundada e eles tiveram de ir em frente para não se afogarem, até acharem um lugar mais alto e seco, para se abrigarem. Eles contavam  apenas com duas lanternas, seus recursos internos e a liderança sábia de seu treinador, um ex-monge budista.

Quando eu escutei essa notícia, fiquei evidentemente, em estado de alerta e passei a rezar por eles, imediatamente, como sempre faço em todas as situações que envolvem riscos a integridade das crianças. Logo me chamou a atenção o número 13 que é o número de Deus e senti que estava acontecendo algo de muito forte, profundo e especial e que esse número de crianças e jovens estava ali em uma missão e com um propósito, já que nada acontece por acaso. E o propósito era o de ativar o número ou código de Deus nessa região para expandir ao planeta Terra e a humanidade. na medida, em que acompanhei diariamente esses meninos, eu rezava de dia e de noite, fui me conectando de modo que estive lá com eles, em desdobramento, trabalhando para ajudá-los a se acalmar e a manterem-se firmes em seu propósito. Sempre sentindo muito forte a presença de Deus acompanhando cada passo. Senti e sabia que eles resistiriam e sairiam salvos, mesmo sabendo dos altos riscos e das dificuldades da operação de resgate.

Nos dias que se seguiram, após terem sido encontrados por um dos mergulhadores, um inglês, eu passei a me acordar no meio da noite e me sentia lá com eles e rezava, enviando amor, luz e fortalecendo a fé e força interior de todos. E, a cada uma dessas noites eu sabia o que ia acontecer e sentia Deus guiando o cada passo do processo, de modo que eu dizia ao meu esposo, agora eles vão drenar a água da caverna…hoje vão retirar 3, amanhã vão retirar mais 3 e no último dia eu disse, hoje vão retirar todos eles, inclusive o treinador que não pode ser deixado lá sozinho, embora as notícias iniciais tenham dito que ele ficaria por último. Logo, que todos foram resgatados, uma pessoa que é leitora de meus livros, que não costuma ver televisão, se comunicou comigo,  por mensagem, e me contou que havia tido um sonho estranho, duas noites antes de iniciarem o resgate, onde eu e ela estávamos numa caverna escura e cheia de água e que ela estava muito assustada mas eu estava incrivelmente feliz! Ela mencionou que na entrada da caverna, ela pode ver um símbolo que estava gravado na pedra e me enviou esse símbolo que ela não conhecia e me disse não entender nada sobre aquele sonho estranho! Eu lhe expliquei sobre os meninos da caverna na Tailândia e que estivemos lá juntas, trabalhando, prestando serviço espiritual e que o símbolo que ela avistou é o símbolo da Flor da Vida. Ela então, se deu conta de tudo e entendeu tudo. Tal qual uma das leis que nos rege e rege a todo o Universo, ela entendeu, instantaneamente: o Uno é o Todo e o Todo é o Uno.

O que podemos destacar, compreender e aprender desse acontecimento tão dramático quanto sublime?

Que estivemos diante de uma grande oportunidade de nos unirmos através do coração e buscarmos em nossas mentes e em nossas almas todo o amor incondicional que transcende as aparências e preconceitos, toda a compaixão, toda a coragem, todos os conhecimentos, toda a tecnologia, toda a experiência e competência, todo os espírito de fraternidade, toda a nossa empatia ( atributo fundamental do amor), toda a cooperação, toda a nossa fé independente de credo, toda a união de esforços existente no planeta para ajudarmos a salvar os 13 jovens Índigo e Cristal dessa caverna escura. Fomos puxados e magnetizados por 13 meninos dessas novas gerações e “forçados” a olhar e a enxergar aquilo que é essencial, que no dia a dia torna-se invisível aos olhos, como tão bem apontou Sain’t Exupéry. Fomos levados e compelidos a acompanhar por exatos 18 dias ( e 1+8= 9 que é o número do equilíbrio perfeito) o drama dessas crianças e dessas famílias e de todos que bravamente se organizaram e atuaram incansavelmente e heroicamente, para levar oxigênio, comunicação, esperança, ânimo, coragem e fé de que iriam sair vivos e salvos dali. Fomos conduzidos até as vibrações e frequências de quinta dimensão, por esses 13 meninos que resistiram por todos esses dias a condições muito adversas. Pudemos, através deles e com eles vivenciar uma amostra do que significa funcionar através do UNO que somos todos. Foi uma experiência de sentir e de ser a UNIDADE. Pudemos observar o que uma verdadeira liderança transformadora faz por seus liderados, como no caso do treinador que aplicou toda a sua experiência como ex-monge ensinando meditação  para que os meninos mantivessem a calma e não entrassem em pânico. Ele ensinou também um modo de respirar adequado para economizar oxigênio e orientou a se moverem o mínimo para economizar energia. E, sem dúvida, os inúmeros benefícios da meditação ficaram bem evidenciados pelo estado de saúde considerado bom pelos médicos, em todos os 13 jovens, apesar das altas adversidades enfrentadas.  A união do grupo guiada por seu líder fez com que cavassem um buraco com as pedras e ficassem bem juntinhos para manterem o calor e assim a temperatura corporal de sobrevivência. E, o que dizer do experiente mergulhador tailandês voluntário, de 38 anos que deu  a sua vida para ajudar a fazer chegar oxigênio aos 13 meninos? Ele teria dito a sua esposa que: nunca saberemos quando iremos morrer, então, devemos dar sempre o nosso melhor. Sem dúvida ele partiu deixando seu exemplo altamente inspirador. Comoveu o mundo e recebeu, agora homenagens dos 13 meninos, já em fase de recuperação. Essa experiência dramática, para a qual todos nós fomos atraídos pelas crianças Índigo e Cristal sem dúvida também nos demonstra o alcance dos poderes dessas novas gerações que vem capacitadas para alcançar rápida e profundamente a todos, através de suas mentes quânticas e para suportar e se recuperar rapidamente, de doenças e adversidades. Assim que foram encontrados, tinham sorrisos de puro amor e de paz iluminando seus rostos e exalavam gratidão, transmitindo mensagens de paz aos seus pais e familiares e a todos! Eis a geração Índigo e Cristal que já está e irá liderar nossos passos na direção de uma nova Terra!

Fico imaginando quantas lições esses meninos estão aprendendo claro que sim, em seu aspecto de humanos mas penso principalmente e especialmente no que eles estão oferecendo ao mundo, a humanidade sendo voluntários  à serviço de Deus levando-nos a nos confrontarmos com a nossa imensa, ilimitada capacidade de superação e co-criação quando nos unimos e nos deixamos guiar pela força maior da vida que é o amor verdadeiro. O mundo pode aprender muito nesses dias com a atitude do povo tailandês que em sua maioria, é budista e tem valores e uma cultura voltada para a fé, para o respeito e honra da natureza e de seus semelhantes. Tanto assim, que não liberaram os nomes dos 4 primeiros meninos resgatados em respeito as famílias dos outros meninos que ainda estavam presos na caverna. Fizeram isso também em respeito aos próprios meninos.

Não é a toa que a Marinha tailandesa publicou no seu Facebook: Não temos certeza se é um milagre, ciência ou sei lá o quê!

Eu diria que, sem dúvida, se trata da união entre ciência e espiritualidade co-criando o que chamamos de milagre.

E, afirmo, sem receio de errar, que o grande Maestro, como sempre, foi Deus.

Vivemos tempos raros e únicos nessa transição da humanidade e do nosso planeta para a quinta dimensão onde só existe a Unidade e devemos honrar e ser gratos a essas crianças que vem como voluntários nos ajudar a acelerar nossos passos trazendo luz e amor incomensuráveis para nos guiar!

Haja Luz!

Ingrid