O DESAFIO CONVIVER COM OS ÍNDIGOS NO CONTEXTO ATUAL:

 Há muito tempo nos distanciamos e nos perdemos daquilo que realmente vale, independentemente da moda, da mídia e de todo tipo de exercício ilícito e/ou doentio do poder predominante.

Os pais, as famílias sofrem muito diante de inúmeras e crescentes pressões da vida moderna, sentindo-se estressados e esgotados física e mentalmente. Devido ao cansaço e a  um sentimento de impotência e descontrole, diante dos acontecimentos do cotidiano, acabam sucumbindo aos métodos e táticas mais antigos, primários e menos evoluídos de educação. Os pais sentem-se sozinhos, carentes de informações e de orientações, já que os filhos não nascem portando um manual de criação e educação, infelizmente. O predomínio da visão mecanicista em nossa sociedade é responsável por ainda mantermos uma percepção tão limitada e distorcida sobre quem somos, sobre a vida, a realidade, o planeta.

Conforme indica nossa inteligência, para podermos plantar flores e vê-las surgir colorindo e inebriando nossas almas com sua beleza e diversidade, é preciso que antes saibamos um pouco mais sobre as mesmas, sua natureza, peculiaridades, necessidades relativas à época de plantio, tipo de solo, adubação, umidade. Utilizando-nos dessa bela analogia, para criarmos filhos saudáveis, equilibrados e felizes, com fortes probabilidades de realização e sucesso, parece-nos tão evidente que necessitemos conhecer muito mais a fundo a natureza, a essência, o comportamento humano, suas necessidades e expectativas, bem como as leis que regem essa natureza, as quais, por sua vez, são regidas por leis superiores, as Leis do Universo.

( Trecho extraído do livro Crianças Índigo, a evolução do ser humano de minha autoria)

Atualmente, os pais se encontram num estado de confusão e insegurança quanto a como criar, educar e conviver com seus filhos de forma bastante preocupante. As gerações Índigo especialmente, com suas características de personalidade forte, de quem sabe quem é e com noção de seu valor, de sua mensagem ao mundo e com uma energia intensa e capaz de bater de frente com qualquer figura de autoridade que tente se impor de forma autoritária, assustam e intimidam os pais. Mas, porque isso acontece? Basicamente, porque os pais, em geral não se prepararam para serem pais, simples assim. Aqui na Terra, nesse planeta esquisito e bastante denso ainda, costumamos fazer cursos e anos de capacitações para assumir qualquer cargo ou função profissional. Tudo voltado para o “mercado” num contexto econômico e capitalista onde só o que interessa e merece preocupação é ganhar dinheiro, status, sucesso e fama. Não costumamos, no entanto, fazer cursos ou mesmo cursar uma universidade ou pelo menos buscar uma consultoria e leitura de alguns bons livros para se preparar minimamente para a maior e mais sagrada de todas as missões: ser mãe e ser pai. Não me refiro a “ter filhos” pois para isso basta o ato sexual. Estou falando de mudar esse péssimo hábito, que tem passado de geração para geração de simplesmente procriar aplicando somente nosso aspecto biológico e animal. Repetindo esse comportamento de forma instintiva sem nenhuma consciência, sem refletir sobre o que significa não apenas do ponto de vista prático e econômico mas também e, principalmente, em termos existenciais,  emocionais, espirituais. Nesse sentido, somos muito irresponsáveis, afinal a lei que aqui nos rege é o livre arbítrio que nos outorga liberdade de escolha mas que também nos imputa a total responsabilidade pelas consequências de nossas escolhas, sejam elas conscientes ou inconscientes. Sem isso não há evolução. Aliás, por isso mesmo as novas gerações, os Índigos, vieram ao planeta em número massivo para nos questionar quanto esse e outros tantos atos inconsequentes e irresponsáveis que temos insistido em cometer. Vieram nos confrontar, nos sacudir, “teimar” como dizem muitos pais e insistir em que sejam ouvidos. Portanto, para melhor convivermos com a geração Índigo e com todos os outros grupos evolutivos que estão entre nós e seguirão chegando, precisaremos fundamentalmente de pais dispostos a buscar a expansão de consciência, pais dispostos a estar presentes no dia a dia de seus filhos para que só assim possam alcançar oportunidade de conviver de fato com eles. Somente pais conscientes e presentes não apenas meia hora por dia mas em tudo o que envolva seu filho considerando-o prioridade e agindo de acordo. Somente pais presentes e conscientes poderão se dedicar então às duas condições fundamentais de uma saudável e harmoniosa convivência com essa geração: amor verdadeiro incondicional e limites. O amor precisará ser cultivado dia após dia com olhos nos olhos, com escuta genuína, com diálogo, com a coragem de dizer “não” e de oferecer parâmetros e referências, noção de valores morais e éticos, regras de convivência social. Os filhos especialmente dessa geração Índigo, leem a mente e o coração dos pais. Portanto, se houver medo, insegurança, pressa, estresse, autoritarismo, raiva, preguiça de educar e adoção de fórmulas comodistas como mentir, dissimular, oferecer dinheiro e presentes ao invés de companheirismo e estar junto por inteiro, se faltarem exemplos de como bem agir e firmeza, autoconfiança,  a relação não se estabelece, o vínculo afetivo essencial para a saúde dessa relação não se cria e tudo pode desandar. Os pais precisam entender que não estamos falando de perfeição pois pais e mães são humanos e assim, falíveis, claro. Mas, estamos nos referindo a uma clara e firme disposição para acertar se comprometendo com a educação dos filhos. Para tal, é preciso se dedicar a própria evolução e autodesenvolvimento e buscar ajuda sempre que necessário de profissionais, de terapeutas, de livros, de educadores, de médicos, de pais que você admire. Talvez você se descubra um Adulto Índigo durante suas buscas e se assim for, sugerimos que busque conhecer a natureza e características de um ser de vibração Índigo já que assim poderá compreender ainda mais seu filho. Persistir será preciso, afinal filhos são para uma vida toda e não bens descartáveis apesar de que tudo em nossa sociedade tente nos convencer do contrário!

Reflita, medite, revise suas escolhas!

Um abraço afetuoso desejando cada vez mais, Luz!!!

Ingrid