A MENINA ÍNDIGO

DICA MUITO ESPECIAL DE FILME:
Quem já me conhece sabe que eu amo cinema desde que cheguei aqui na Terra! Por isso, de vez em quando, em nome desse amor que eu tenho pela arte que se transmite pelas telas, eu ofereço a vocês minhas dicas de filmes, sempre com um comentário. Hoje, a dica é mais do que especial pois se trata de um lindo e corajoso filme sobre a evolução humana e as novas gerações, os grupos evolutivos que tem chegado ao planeta, em número massivo, nas três últimas décadas. Acredito que o mérito principal desse lindo filme é trazer, finalmente às telas, a informação de que as crianças que estão aqui são diferentes, são especiais, possuem dons e talentos incríveis em função de um DNA super ativado, o que lhes dá um poder imenso para curar e para transformar as vibrações do ambiente, das pessoas tocando fundo nas suas almas. O filme dá o recado fundamental: as crianças “diferentes” com alta sensibilidade e altas habilidades já estão aqui e vieram para ajudar a transformar esse mundo caótico, competitivo, frio, desumanizado em um mundo colorido, alegre, pacífico, fraterno e feliz! O filme cumpre esse propósito de chamar a

atenção de forma clara e objetiva sobre esse tema tão urgente! Além disso, ele levanta e traz a tona a questão da medicalização das crianças “diferentes” numa sociedade que insiste em estigmatizar e tratar como patologias as características diferentes destas crianças, indicando e forçando o caminho das medicações pesadas, as quais não só não ajudam como causam graves problemas de saúde as crianças que incluem a anestesia de sua mente criativa, a depressão, problemas cardíacos, a morte súbita e a dependência que abre caminho na mente e no corpo para a adição a outras drogas. Outro tema levantado, mesmo que de forma leve e superficial, é o das escolas e suas dificuldades em aceitar que se trata de novos seres humanos, de uma nova humanidade e de estudar, entender e adotar uma nova abordagem mais adequada e sábia, baseada em um novo olhar mais amplo, profundo, acolhedor e amoroso em relação as novas gerações. Outra questão que aparece neste filme e que toca no coração de muitos, devido a realidade em que hoje vivemos, é o papel das crianças dessas novas gerações, junto à família, no sentido de promover o diálogo, a cura não apenas física mas principalmente emocional e espiritual bem como o despertar das consciências. Gradualmente, esses efeitos vão se irradiando para os vizinhos, os colegas, a comunidade ao redor e a sociedade, ainda mais se pensarmos que temos hoje a maioria da população pertencendo aos grupos evolutivos Índigo e Cristal. Além disso, estão chegando, mais recentemente, outros grupos como as crianças Arco-íris e as crianças Estrela. Trata-se de uma direção sensível e cuidadosa de Wagner de Assis e de um talentoso elenco que atuou de forma correta e na medida do propósito do filme e do tema. Merece destaque a atuação da menina Letícia Braga, protagonista do filme, representando tão bem os talentos, especialmente os dons artísticos, dessas novas gerações. Os dons que a personagem carrega e são ressaltados no filme, ou seja, os dons artísticos e de cura, são apenas alguns entre os inúmeros e incontáveis dons e talentos que essas gerações estão trazendo para nos ajudar a alavancar e acelerar nossa caminhada evolutiva. Sem dúvida, esse lindo e inspirador filme abre caminho para a realização de muitos outros filmes que aprofundem e ampliem uma série de questões ligadas ao tema e que são de extrema importância para que, nos próximos anos, possamos avançar e deixar de alimentar preconceitos e de levantar barreiras para a livre expressão da natureza desses seres maravilhosos que estão entre nós. Tomara possamos minimizar a ignorância geral e banir de nossa sociedade atitudes e medidas que violam a integridade dessas crianças, humilham, constragem e atrapalham, impedem seu saudável desenvolvimento e, consequentemente, atrasam em muito a nossa evolução como humanidade. Haja Luz!!!