CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL Entrevista na íntegra, com Ingrid Cañete, publicada na Revista Bons Fluidos – edição 237.


1 – Como podemos definir as crianças índigo? Qual é a origem desse termo?

As Crianças Índigo são todas as crianças que pertencem ao que eu chamo de “grupo evolutivo” de almas que estão nascendo em maior número, desde a década de setenta e que possuem características físicas, mentais, psicológicas, energéticas e espirituais diferentes. São expoentes de uma nova biotipologia humana. Já nascem com o DNA mais ativado e consequentemente, com potenciais e dons, talentos mais ativados e aflorados. Os Índigos marcam uma nova etapa de nosso processo evolutivo como seres humanos, são os precursores de uma nova humanidade. São dotados de uma consciência mais expandida e assim acessam outras dimensões e realidades paralelas. Eles são telepatas e alguns são clarividentes. São chamados de “Rompedores de sistemas” pois vem capacitados com uma alta quantidade de energia de altíssima qualidade que faz com que questionem os padrões estabelecidos, as regras, as barreiras, o status quo e perguntem sempre: porque tem de ser assim, porque não fazer diferente, porque não mudar? Eles já sofreram muito, sofrem ainda por serem quem são e por baterem de frente com os sistemas estabelecidos já que enxergam mais além, possuem alta sensibilidade, trazem a visão de soluções melhores, mais eficazes para os problemas criados por nós mesmos. Eles não suportam ver as injustiças, a falsidade e sentem a dor dos outros com intensidade devido a sua alta capacidade de empatia. Não convivem bem com o sistema competitivo que hoje ainda impera em nossa sociedade pois eles são naturalmente cooperativos. A região de seu corpo caloso, entre as sobrancelhas também chamada de terceiro olho, está integrada, portanto, sua mente é holística por natureza. A sua mente é não linear, funcionando de modo a ver sempre, o todo e não as partes, o nós ao invés do “eu”. Eles veem com uma missão bem clara: acelerar e facilitar o processo de evolução dos seres humanos e do planeta Terra. Os Índigos não suportam receber um “não” como resposta a menos que seja dito com amor e respeito e com base em argumentos verdadeiros. Eles são altamente telepáticos ou seja se comunicam pela mente. Sendo assim, não toleram a mentira e todas as tentativas de manipulação. Sentem-se muito ofendidos em sua honra, sentem como um golpe doloroso na sua alma e tendem a se retrair e recolher. Viver com pais e em ambientes onde prevaleçam as mentiras, a injustiça, a falta de uma escuta sincera e atenta estressam e acarretam profundos desequilíbrios energéticos e consequentes sintomas físicos nessas crianças. Pois os Índigos são muito amorosos, generosos e altruístas e sabem intimamente quem são em sua Essência. Eles tem noção íntima de sua nobreza de alma. Sabem que merecem ser respeitados e tratados com dignidade e quando isso não ocorre ficam muito tristes e, em alguns casos, podem se revoltar, se rebelar e agir de forma mais enérgica e firme, na busca de um tratamento mais justo e digno. Geralmente, os Índigos tem olhos grandes e um olhar profundo que nos fita e alcança nossa alma. Possuem maturidade acentuada para sua pouca idade e muitas vezes, revelam memórias de suas vidas passadas, o que infelizmente, é ignorado pelos pais desinformados e pelos adultos em geral, que acham isso, no máximo estranho ou engraçado e desqualificam. Se um psicólogo ou psiquiatra de visão tradicional e sem conhecimento sobre as novas gerações atender uma dessas crianças poderá, facilmente confundir suas manifestações e formas de se expressar com sintomas patológicos. Isso, infelizmente, vem acontecendo com muita frequência e levando a muito sofrimento e constrangimento tanto a criança quanto aos pais. Além disso, há um sério agravante que é a medicação equivocada dessas crianças provocando graves problemas inclusive de ordem irreversível, em muitos casos. Daí que hoje se fala em “medicalização da infância” tema que merece ser profundamente debatido e revisto por todas os profissionais e instituições de saúde responsáveis pelo cuidado e pela proteção da infância e da adolescência.

As Crianças Índigo são almas antigas e trazem muita sabedoria consigo, costumo dizer que são “mensagens vivas” e assim, desejam ser ouvidos de verdade, honrados.

2 – E as crianças cristal? Seria o oposto das crianças índigo?

A coloração da aura ou campo energético desses seres é descrita como um branco opalescente com reflexos dourados e azul celeste.

3 – Como é possível reconhecer esses perfis? Os pais têm condições de avaliar se os filhos se encaixam nessa definição?

É preciso ler, se informar e estudar sobre o tema novas gerações Índigo e Cristal. Só então, podemos apurar nossa observação das crianças à luz desses conhecimentos. Eu recomendo usar a intuição dos pais que sempre funciona muito como um agente sensor e identificador.

4 – Hoje em dia os diagnósticos de déficit de atenção e autismo estão cada vez mais presentes. Existe alguma relação com o perfil índigo e cristal?

5 – Os adultos também podem se encaixar na definição índigo? Como as características impactam no dia a dia dessa pessoa?

6 – Quais são os desafios para educar essas crianças? Os pais estão preparados para lidar com esses filhos?

7 – Como eles podem se preparar para desenvolver o máximo desses pequenos?

Pode ser muito bom participar de algum grupo de pais já existente e voltado para o estudo das novas gerações ou você pode criar um grupo assim em seu bairro, em sua comunidade ou mesmo em sua empresa! Essa seria uma excelente iniciativa e nesse caso contem comigo para ajudar e contribuir! Eu sugiro aos pais que leiam os livros que eu escrevi pois tenho certeza de que serão muito úteis nessa preparação.

8 – O que nós podemos esperar sobre o futuro comandado por essas gerações que estão chegando?

9 – Esse perfil é um viés do espiritismo? Já existem pesquisas científicas sobre o assunto?

10 – Qual é a mensagem que você gostaria de deixar para os nossos leitores?

Haja Luz!!!

Eu agradeço por estar sendo canal transmissor dessas informações e de muitas outras voltadas para a evolução humana.

Eu me sinto honrada em assim realizar meu propósito e missão de vida.