MOMENTO “ATYPICAL” DA HUMANIDADE? PARTE I
Se pararmos para observar, nas últimas décadas, em todo o planeta, a aceleração das transformações da humanidade com incontáveis características novas e dons super ativados ficaremos impactados, impressionados. São transformações em diferentes aspectos e níveis que não deixam dúvida sobre a importância do momento histórico que estamos testemunhando. Somos atores e observadores, ao mesmo tempo, nesse contexto e cenário de início de século e de uma nova década.

Ativações no DNA, surgimento de um novo código genético o GNA, ajustes e ativações nos sistema nervoso, mudanças morfológicas tais como os dois hemisférios cerebrais integrados e aumento da região frontal cerebral além de alterações no osso esfenóide o mais complexo do cérebro e o primeiro a formar-se no feto que marcam sempre um novo salto evolutivo, lobo frontal aumentado, olhos maiores e olhar muito profundo, pés maiores, corpos mais delgados/longilíneos ou corpos atléticos bem desenhados, dons artísticos superativados, capacidades como telepatia, leitura quântica, clarividência, telecinesia, multilateralidade, multissenssorialidade, hipersensibilidade, cura pela presença, mediunidade/sensitividade ativada só para citar algumas dessas transformações visíveis, perceptíveis.

Inúmeros depoimentos que recebemos, diariamente, nesses anos todos de estudo e de observação, ratificam, confirmam e ilustram essa realidade.

Em especial, queremos destacar uma transformação que inclui várias dessas novas características novas abarcadas dentro do chamado “espectro autista”. Diagnóstico que nas últimas décadas, tem assombrado os pais de primeira viagem ou não, ao observarem alguns comportamentos ou formas de se expressar e de ser “diferentes” em seus filhos, desde o nascimento. Claro que nesses casos, diante de dúvidas, devem ser feitas as observações, exames e avaliações médicos necessários para se descartar certas patologias/disfunções. Mas, quando não se encontra nenhuma evidência de patologia nos exames médicos a observação e o acompanhamento atento dos pais será o mais importante.

Mas, de tanto que o “espectro autista” tem se alargado e atingido um número crescente e muito elevado de crianças, podemos até pensar em uma “epidemia” se formos guiados pela visão médica/terapêutica tradicional que tende a ver patologia em tudo o que é diferente /desconhecido e se afasta do padrão considerado “normal”. Por outro lado, nós poderemos optar por um olhar mais aberto e amplo e suspeitar de que estamos mesmo vivendo um verdadeiro salto evolutivo e de que tais características novas e desconhecidas, estranhas fazem parte desse processo de transição da humanidade.

Nesse caso, precisaremos abrir e expandir nossas mentes, nossos sentidos para assim, inaugurarmos uma nova época em que despertamos para um novo marco histórico. A humanidade em plena transição de um processo de profundas e significativas transformações como efeito de uma Intervenção Divina Superior(IDS) de acordo com um Plano Divino Superior (PDS) como já ocorreu em outras épocas e ciclos de nossa evolução e história humana. As descobertas científicas tem corroborado significativamente para confirmar isso. Especialmente a física quântica, a epigenética, a neurociência, também a paleontologia entre outras. Daí que estamos vendo surgir diversos vídeos, campanhas, leis de proteção, filmes e séries televisivas sobre o “espectro autista” e os desafios representados para o indivíduo, a família e a sociedade. Destacamos aqui, uma série da Netflix chamada “Atypical” que retrata a estória de um jovem diagnosticado como “espectro autista”, desde sua infância. Já são três temporadas dessa série muito interessante, bem produzida e que nos remete a muitas situações de nosso próprio dia a dia e nos instiga a muitas reflexões sempre com toques de bom humor o que torna mais leve tal exercício. Pessoalmente, nos identificamos em muitos aspectos e características com indivíduos “diagnosticados” com o espectro e imaginamos que muitos de vocês também se identificarão…

Estaríamos nos transformando numa sociedade de seres humanos “Atypicals”?
Convido vocês a exercitarem a própria capacidade de auto observação e de observação alheia bem como de reflexão mediante alguns dias ( o tempo que necessitarem…) após tal exercício.
Vamos continuar esse assunto no próximo post, combinado?

Um abraço afetuoso, desejando sempre imensa Luzzzz!

Ingrid Cañete