POR QUE AS CRIANÇAS E JOVENS DA GERAÇÃO ÍNDIGO-CRISTAL NÃO QUEREM FICAR NA ESCOLA?

Essa pergunta vem se tornando cada vez mais, gritante e explícita, entre nós, na última década em especial. Pais de todas as regiões, classes sociais, culturas tem se perguntado e pedido ajuda para tentar entender o que pode estar acontecendo com seus filhos. São crianças das mais variadas idades, desde bebês deixados em creches que adoecem e choram constantemente até adolescentes que abandonam os bancos duros e ultrapassados das nossas escolas. Em notícias recentes veiculadas pela mídia, os principais motivos para os jovens abandonarem a escola tem sido, em primeiro lugar, o DESINTERESSE e a seguir os motivos são gravidez e necessidade de trabalhar. Mas, entre as crianças, quais são os principais motivos? Porque elas choram em desespero, dizendo: “essa escola não me ensina nada”, “a professora grita muito”, “eu não me sinto bem na escola”, ” a professora diz que eu sou muito lento”, “a gente não pode brincar na escola”, “a energia de lá não é boa”, “a escola é muito triste”, “os colegas riem de mim e a professora deixa e ri também”, “eu me sinto sozinho, com medo”, “não aprendo nada lá”, “as coisas importantes que preciso saber a professora não fala”, “quando sei de um assunto e tento explicar para a professora e para os colegas ela diz para não sair do assunto”, “quando eu falo no idioma de meu pai, que é o francês, a professora me proíbe”, “quando faço um desenho na aula de artes a professora xinga pois diz que eu não fiz o que ela mandou”?!
Existem muitas razões para as crianças e jovens dessas gerações Índigo e Cristal reagirem assim diante da obrigatoriedade de ir à escola. Estas envolvem tanto as novas características e necessidades desse “novo ser humano” que está diante de nós e que são praticamente ignoradas e negadas pela grande maioria de nossa sociedade até questões estruturais e culturais bem como sociopolíticas e econômicas. Aqui, pretendemos destacar uma característica fundamental e delimitadora de nosso momento evolutivo e que me parece estar no cerne de todo o caos e estresse vivido no universo da aprendizagem e da educação. Trata-se de tomarmos consciência de que essas novas gerações possuem um hemisfério esquerdo integrado ao direito. Estamos saindo da era de domínio absoluto do hemisfério esquerdo lógico, racional e fragmentador da realidade e entrando na era da integração e do equilíbrio harmônico entre os dois hemisférios. O hemisfério direito está sendo reativado nos reconectando com os níveis intuitivo, criativo, mágico, milagroso, com nosso nível galáctico/cósmico. Ambos os hemisférios passam a funcionar em equilíbrio em nosso computador quântico que é o cérebro. E o DNA está sendo reativado e constantemente ajustado para que todos os dons e habilidades oriundos dessa transformação fundamental possam ser libertos de crenças e padrões limitantes, se expressando de forma plena.
Tudo isso, ao mesmo tempo em que os cientistas como Gregg Braden, estão descobrindo e descrevendo um novo “design humano” onde coração e mente funcionam como um único sistema!
Ora crianças e jovens que simplesmente sentem, pensam e se expressam de forma tão diferente com uma mente não linear só podem reagir muito mal a um sistema de educação totalmente arcaico e ultrapassado baseado na linearidade. Tal sistema é desprovido de alma, de coração e de uma visão que privilegie o ser humano por inteiro, de forma integral como um ser biopsicosocioespiritual onde todos os seus aspectos se interligam e interrelacionam constantemente. Está havendo um completo DESINTERESSE por parte das escolas e dos educadores quanto a quem é realmente o ser humano do século XXI, dessa forma, me parece absolutamente natural que esse Novo Ser Humano Galáctico/Cósmico também reaja de forma desinteressada e veemente, a cada dia mais!
falaremos mais e mais sobre esse tema tão grave quanto urgente!

Um abraço afetuoso desejando boas e profundas reflexões!!!
Ingrid