SETEMBRO AMARELO💛💛💛

DICA DE FILME: “EVELYN”

COMO CURAR OU AMENIZAR A DOR DE QUEM PERDEU UM SER AMADO DEVIDO AO SUICÍDIO?

São muitas as famílias que já sofreram e sofrem pela partida repentina de um ente querido que “resolveu” tirar a própria vida.
Tema sempre difícil, doloroso de ser abordado mas tão necessário como estancar uma hemorragia para que aqueles que ficaram, em terra, não morram em vida. E, já que recém falamos sobre os “ataques espirituais” precisamos entender que invariavelmente, os suicidas estão sendo atacados espiritualmente. Se pudermos perceber isso e ajudar no socorro espiritual, talvez possamos trazer luz aquela alma e ajudá-la a fazer a escolha pela vida. Mas, nem sempre isso é possível e não se deve alimentar a culpa, ainda mais quando se fez de tudo, dentro de seu alcance, para auxiliar!
No entanto, é difícil evitar a pergunta: O que eu poderia ter feito mais e melhor? Eu poderia ter impedido sua partida? A dor que a morte por suicídio deixa nos que ficam é bem difícil de apagar, sem dúvida. Mas, essa dor pode e dever ser tratada, amenizada, curada aos poucos, com paciência, amor e delicadeza respeitando o ritmo e as diferentes maneiras que cada um tem de sentir, de expressar e de canalizar essa dor…Acabei de ver um filme documentário, no Netflix, que recomendo muito pois poderá inspirar e auxiliar as pessoas e famílias que tem essa cicatriz em sua alma. Chama-se EVELYN, filme dirigido pelo diretor premiado Orlando Von Einsiedel cujo irmão mais novo tirou a própria vida, anos atrás. Ele teve a ideia de fazer esse filme que acompanha a caminhada dele, de seus irmãos e familiares, amigos ao longo dos caminhos percorridos com esse irmão falecido, enquanto estava vivo. Foi uma caminhada em memória do irmão onde se propuseram a lembrar e a conversar sobre ele e sua vida, algo que não conseguiram fazer por 13 anos após sua morte. Foi uma linda e desafiadora caminhada que proporcionou profundas catarses e curas nas relações entre essa família em meio a paisagens lindas entre Londres e Escócia. A trilha sonora e os momentos de dor e de alegria, de morte e renascimento de cada um e dos laços entre eles podem ser sentidos e vividos de forma tão próxima e íntima pelo telespectador que, mesmo sem perceber, estaremos também recebendo algo de curador e de transformador.

Fica essa indicação com meu abraço apertado e cheio de amor e solidariedade a todos!!!
Haja cada vez mais Luz!!!
Ingrid

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