CONVERSA DIRIGIDA AOS PAIS:

Quero falar com você que é pai ou mãe mas também com você que em qualquer idade está interessado em cuidar da saúde integral sua, de seus filhos, de seus familiares, vizinhos, amigos, semelhantes.

Você que já despertou sua consciência e sabe que é nosso dever e também nosso direito cuidar, respeitar e honrar a casa de nossa alma!

Nosso sistema integrado corpo, mente, espírito é a CASA DE NOSSA ALMA, sim!!!

Chegamos num ponto de nossa caminhada evolutiva em que não dá mais para ficarmos apenas com a visão  limitada da medicina bem como de todas as áreas da saúde e da educação baseadas num paradigma tão arcaico como o mecanicista que enxerga apenas os sintomas e as partes de nosso corpo. Que só tem olhos para enxergar doenças, patologias em nós. Que insiste em nos olhar como seres fragmentados, como máquinas que possuem peças e componentes a serem examinados  e tratados de forma separada. E, que resiste a nos ver como seres biopsicosocioespirituais, constituídos de um sistema holístico onde todas essas áreas funcionam interligadas, interdependentes onde o que acontece numa área ou órgão está conectado e afeta assim como tem origem naquilo que acontece nas outras áreas/órgãos do sistema como um todo.

 Nós somos seres multissensoriais e interdimensionais com DNA e mente quânticos. Quer dizer que afetamos e somos afetados, influenciados e modificados para o bem ou para o mal, para a saúde ou para a doença pelos ambientes que nos rodeiam incluindo pensamentos, hábitos de sono, de alimentação, emoções, sentimentos, vibrações, pelo nosso estilo de vida assim como pelas vibrações de seres e de presenças de outras dimensões existentes que compõem o chamado Campo de tudo o que é.  O Campo de infinitas possibilidades mencionado pelos cientistas de vanguarda, da física quântica, da Teoria das Cordas e mencionado no excelente filme Quem somos nós. Somos seres  que possuem uma Essência espiritual, uma alma,  uma história nessa vida e em muitas outras vidas. Um sistema de saúde que demonstra preguiça, negligência e falta de amor para com os seres humanos, alvos de seu propósito maior.

Não podemos mais aguentar ouvir e atender casos e mais casos de crianças e jovens que estiveram em consultas com os mais variados profissionais das áreas de saúde e de educação os quais receberam, invariavelmente, diagnósticos, no mínimo precipitados e na maioria das vezes, equivocados.  E porquê? Por desinformação, desconhecimento, falta de estudo, falta de interesse em se fazer perguntas e em se dispor a pesquisar, só um pouco, a respeito do indivíduo que está buscando sua ajuda profissional. Todas essas faltas se traduzem em uma só: FALTA DE AMOR, O VERDADEIRO AMOR!!!

Minha manifestação aqui, não é apenas mais um desabafo mas também é um chamado, um alerta especialmente aos pais e também a sociedade humana, em geral!!!

Não dá para contar o número de casos que já atendi ou que recebi depoimentos e pedidos de ajuda de pais e também de jovens e adultos que estão cansados de uma jornada exaustiva em que diferentes profissionais das áreas de saúde e de educação lhes ofereceram diferentes diagnósticos e pareceres, sem ter certeza e que não batem entre si e, pasmem, mesmo assim, insistiram em receitar medicamentos fortes como antipsicóticos, antidepressivos que além de não ajudarem causaram muitos problemas graves e trouxeram riscos não apenas a saúde física e mental mas também riscos de morte e um desequilíbrio ainda mais sério inclusive a nível anímico, energético.

Vamos dar alguns exemplos pois assim você poderá se identificar ou mesmo alguém de suas relações e poderá quem sabe repassar essa mensagem de alerta!!!

CASOS de crianças e jovens diagnosticados como autistas ou TEA (Transtorno do Espectro Autista)  com base em  comportamentos descritos como ficar alguns segundos sem nos olhar nos olhos como se estivesse em outro mundo, gestos repetitivos classificados como “tiques”, não ser socialmente ativo, gostar de rotinas para sentir-se seguro e tranquilo, não falar até os 4 anos de idade ou falar pouco mesmo depois dessa idade, alta sensibilidade a ruídos/vozes entre outros. Diagnóstico dado em geral,  por um ou dois profissionais de diferentes áreas mas não reconhecidos por outros profissionais é o que acontece com muita frequência. Isso deixa os pais desconfiados e inseguros pois os próprios profissionais afirmam não poder fechar um diagnóstico embora “sugiram” que seja o chamado Espectro Autista.  Os relatos dos pais são invariavelmente de que receberam indicações de inúmeros tratamentos inclusive medicamentoso sem haver uma certeza e um aprofundamento no entendimento daquele ser/criança, em particular.

CASOS, cada vez mais frequentes,  de crianças e jovens com ideias suicidas que expressam claramente aos pais seu desejo de “ir embora daqui”, de voltarem para seu lar, o lugar de onde vieram onde não haviam guerras, violência, bandidos, maldade, gritos, insegurança. São crianças que se mostram cansadas, tristes e não percebem o mundo como um lugar convidativo, acolhedor, atrativo e seguro para seu desenvolvimento. E note-se que não são crianças depressivas nem com qualquer outro transtorno, apenas crianças que se deparam com todas as condições ambientais seja na família, na escola e na sociedade e tem o discernimento, que falta a tantos adultos(!) de que o mundo está mal, está muito doente e elas não aguentam ficar aqui pois são muito sensíveis, possuem energias e vibrações muito sutis e não suportam a carga de energias estressantes e densas sobre elas. É demais para essas crianças e sua natureza, sua pureza e sua Essência. Há entre elas aquelas que começam a se machucar ” acidentalmente” com muita frequência, outras passam logo a se machucarem de forma proposital o que chamamos de  auto mutilações. Elas podem passar a raspar objetos cortantes contra a pele das pernas, braços na parte interna, geralmente partes mais escondidas do corpo e outras usam objetos pontiagudos e se fincam com eles causando sangramentos e dores pelo corpo. Crianças que se batem contra a parede ou com a cabeça no chão criando hematomas e escoriações. Os relatos de pais são de que seus filhos receberam tratamento e medicações variadas e fortes que ou deixaram seus filhos de um jeito irreconhecível, lentos, anestesiados, funcionando como robôs, sem vida e/ou  não ajudaram e só intensificaram os sintomas e tudo isso sem terem chegado as causas, a origem dos sintomas.

CASOS de crianças e jovens diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) ou Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) sem uma investigação mais profunda e ampla. Sabemos bem que esses diagnósticos tem se multiplicado ao longo dos anos, especialmente na última década, pelo mundo. Tanto que essas siglas se popularizaram e caíram no gosto até de crianças e jovens que assim se autointitulam.

Algumas características e comportamentos que costumam ser rotulados como “sintomas” dessa “disfunção” são: ter muita energia e uma vibração e eletricidade que assustam e incomodam os pais e pessoas próximas; “não conseguir parar quieto”, fisicamente falando o que alguns profissionais descrevem como uma “agitação psicomotora” e necessidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e/ou falar sobre diversos assuntos ao mesmo tempo; curiosidade acentuada por muitos temas e brinquedos/brincadeiras ao mesmo tempo; algumas vezes essas crianças ou jovens tem dificuldade de conciliar o sono e tem um sono agitado acordando durante a noite;na escola são crianças que os professores sentem muita dificuldade de lidar e se relacionar pois elas não conseguem ficar sentadas “no seu lugar” gostam de conversar muito com os colegas e até de circular pela sala de aula ou mesmo pelos corredores da escola cumprimentando todo mundo; Ainda na escola os professores descrevem essas crianças como muito agitadas e incapazes de prestar atenção num assunto e de se ater a uma pergunta feita e já querem logo falar sobre outras questões ligadas ou não ao que a professora perguntou sentindo necessidade de se expressar livremente e expandir seus saberes e quando isso não é possível ficam mais agitadas, aborrecidas e “distraídas” olhando pela janela “perdidas em seus próprios pensamentos”, tem assim muitas dificuldades de aprendizado, dizem muitos professores; impacientes pois querem que essas crianças se encaixem nos padrões e modelos ditos “normais” que seriam sentar e ficar quieto na sala de aula, prestar atenção só no que o professor disser e acreditar/aceitar em tudo sem contestar ou questionar e ainda não ser espontâneo nem criativo e se debruçar sobre os livros e cadernos por horas em casa, exatamente como seus pais e avós , supostamente faziam. Mas, tem  também muitas crianças que mesmo assim conseguem ter ótimos resultados e tem as respostas na ponta da língua para tudo e se saem bem o suficiente nas provas sem nem mesmo estudar em casa o que muitos pais e professores ficam sem entender e  tem a  mente agitada e inquieta; dificuldade de estabelecer foco/atenção em algum assunto ou atividade; demonstram ansiedade elevada e uma insegurança crescente diante dos desafios da vida pois sua auto estima vai sendo minada e sua integridade emocional vai se deteriorando.

 Frequentemente, essas crianças podem sofrer bullying na escola e/ou mesmo na família e tem dificuldade de se relacionar pois são rechaçadas e estigmatizadas pelo meio e muitas vezes, são taxadas de “chatas” e inadequadas fazendo com colegas e professores as queiram bem longe e assim são aquelas crianças que são mandadas ao SOE da escola regularmente e levam bilhetes de advertência para casa quase todos os dias. Acabam tendo sua trajetória marcada por idas e vindas aos mais variados consultórios e tipos de avaliações, exames e diagnósticos precipitados e equivocados que impõem constrangimentos, humilhações, distorções na auto estima, auto imagem, auto confiança.  Acontece que essas crianças marcadas por essa  trajetória bem sofrida, difícil e  atormentadora tanto que pode levar a tristeza profunda e depressão e também as desvia do caminho de desenvolvimento de seus incríveis talentos e dons. Deve-se salientar que também os pais sofrem e sentem-se constrangidos, humilhados, confusos, pressionados a tentar fazer com que seus filhos atendam as “expectativas do meio escolar, familiar e social” chegando  a níveis muito elevados de estresse e até ao esgotamento. Sem contar nos altos custos financeiros destas idas e vindas infindáveis a um número imenso de profissionais, sempre na esperança de encontrar um olhar não apenas técnico mas principalmente humano, sensível, amplo, profundo e sábio, por parte desses profissionais. Na ânsia de encontrar respostas e caminhos de tratamento ou de  apenas e simplesmente, encontrar caminhos de desenvolvimento saudável guiados por uma abordagem holística humanizada, que lance mão, preferencialmente, do amplo e crescente leque de terapias e técnicas ditas alternativas que temos à disposição, atualmente, as quais demonstram resultados muito eficazes, impressionantes e rápidos em muitos casos.

Além disso, só para citar um exemplo, é bem comum encontrar crianças diagnosticadas de forma precipitada e depois de poucos minutos de consulta como tendo DDA ou DDAH que na verdade poderiam ser facilmente afastadas desse tipo de rótulo se os pais e profissionais investigassem um pouco mais e fizessem a pergunta: essa criança consegue ficar concentrada quando se envolve com alguma atividade que a interesse, que ela ame fazer? Se a resposta for sim, essa criança definitivamente não tem esse tipo de “disfunção”. E se as observações e investigações forem mais a fundo e não tiverem pressa, procurando conhecer mais e melhor a história pregressa da criança , desde gestação, parto, primeiros anos e fases de desenvolvimento e também procurar saber como são seus pais ( como eles eram quando crianças, como funcionavam e se comportavam…), seu ambiente familiar tenho certeza de que serão encontradas muitas pistas e dados importantes para entender o perfil e comportamento das crianças que normalmente estão espelhando o comportamento de seus pais, seus padrões de funcionamento, seu ritmo e estilo de vida, etc…

O que é muito grave e triste, ao mesmo tempo, pois sabemos que tais diagnósticos foram criados por um psiquiatra já falecido e que confessou por escrito, antes de morrer, que havia sido contratado por um laboratório para criar essas supostas patologias que justificassem um medicamento ou melhor dito uma droga criada por eles cuja substância ativa é o metilfenidato que tornou-se um das drogas mais vendidas no mundo depois disso, enriquecendo os cofres do laboratório e deixando nossas crianças a mercê desse verdadeiro crime contra a infância! Essa droga que ganhou nomes comerciais variados é da família dos benzodiazepínicos causando alta dependência física e psicológica e causando danos irreparáveis a saúde física, emocional, energética e espiritual  de milhares de crianças e jovens pelo mundo!!

Existem pesquisas e artigos médicos indicando os altos riscos dessa droga os quais incluem morte súbita, ganho ou perda de peso significativa, embotamento da criatividade, da iniciativa e da motivação deixando a criança robotizada com foco apenas em atividades específicas ( chamam de foco) mas com falta de emoções e de discernimento inclusive para se proteger de eventuais riscos a sua segurança/integridade até o risco de causar depressão aguda e suicídio!

PERGUNTA-SE ENTÃO: Porquê, antes de sair receitando drogas imediatamente, não se aplica um olhar mais humano, mais profundo, mais sensível e disposto a investigar?!! Porquê não fazer as perguntas que caracterizam uma boa investigação e a disposição em realmente tratar e ajudar o “paciente” que eu prefiro chamar de cliente já que não o vejo numa situação de passividade/dependência como a palavra “paciente” sugere e indica?!

Porquê não começar por investigar a história desde a gestação e primeiros anos de desenvolvimento e privilegiar um olhar investigativo para a qualidade de sua nutrição?  Nutrição não apenas no que se refere ao que é ingerido pela boca mas também o tipo de ambiente em que vive, que emoções, sentimentos, pensamentos, crenças, vibrações e formas de relacionamento com mais ou menos afeto, atenção, acolhimento. Porquê não pesquisar também sua genética para conhecer fatores preexistentes que indicam certas tendências e sensibilidades?!

 E, nessa direção, porquê não começar por solicitar exames genéticos e laboratoriais mais completos e detalhados, incluindo a dosagem de vitamina B12 e ácido fólico, vitamina que é fundamental para o funcionamento do sistema nervoso como um todo, entre outros elementos?!!

 Você sabia que existe uma verdadeira epidemia de carência de vitamina B12 nos EUA e provavelmente em todo o mundo civilizado? Sabia que a carência da vitamina B12  que deve ser sempre aliada ao ácido fólico, está relacionada conforme inúmeros estudos e pesquisas, a problemas graves de saúde e a diagnósticos equivocados que vão desde autismo a danos cerebrais em bebês e crianças?! Sintomas como irritabilidade, sonolência, hipotonia, anemia e desenvolvimento intelectual limítrofe são alguns dos sintomas em bebês que podem estar diretamente relacionados a carência de vitamina B12.

Sem dúvida essa verdadeira epidemia de carência de B12 está relacionada a problemas nutricionais em nossa sociedade dita moderna e muito provavelmente, também ao estresse.

A carência dessa vitamina é apenas um entre muitos exemplos de como desequilíbrios nutricionais afetam de forma determinante nossa bioquímica do corpo e da mente. Os quais podem ficar mascarados por muito tempo, ao causarem alterações de comportamento e diversos sintomas físicos e emocionais que sugerem problemas psicológicos,  geram dores  e dificuldade de viver e de conviver de forma saudável.

Mas, o que desejamos chamar a atenção e alertar é que pais vocês precisam se comprometer a serem os primeiros a pesquisar, estudar, investigar de forma incansável as causas reais da mudança de comportamento de seus filhos, dos sintomas de mal estar, de desequilíbrio seja em que grau for. Não se acomodem preguiçosamente, no primeiro ou segundo parecer de um profissional. Vão em frente, busquem mais e mais informações e referencias de outros profissionais, peçam ajuda. Não se conformem simplesmente com um diagnóstico e com um tratamento que não lhe convença e principalmente, que não faça jus a sua inteligência  e sabedoria! O mais importante: pais vocês são soberanos sempre em decidir o que é melhor para seus filhos e não tem que se submeter ao parecer deste ou daquele profissional e muito menos fazer seu filho se encaixar nesse  diagnóstico e ser reduzido a uma suposta patologia!! Não se submeta e não submeta seu filho a isso!!!

Quero salientar aqui, o quanto a nutrição é fundamental como caminho de cura, de recuperação da saúde integral de todos nós! Essa nutrição envolve consciência, mudança de hábitos, de estilo de vida, de alimentação mas também de ar puro, contato regular com a natureza, água em quantidade e qualidade suficientes por dia, banhos de sol frequentes, e em alguns casos o uso de suplementos a fim de tratar uma situação aguda ou casos específicos, avaliados pelo profissional de saúde.

Evite ao máximo o uso de medicamentos desnecessários e principalmente aqueles com efeitos colaterais fortes e riscos graves a saúde global. Dê preferência por mudar seus hábitos de nutrição e os de sua família.

Dê preferência a medicamentos fitoterápicos, florais e florais quânticos, homeopatia que não possuem efeitos colaterais e deixe o uso de medicamentos alopáticos para os casos realmente emergenciais e comprovadamente necessários.

Lembre-se: você, seu filho/sua filha é bem mais do que alguns sintomas e do que uma dor num braço ou um mau comportamento ou ainda um desequilíbrio incompreensível, num primeiro olhar!

Crianças são super sensíveis então, todo o cuidado é necessário antes de aceitarmos um diagnóstico e principalmente, determinadas medicações fortes e intervenções drásticas!!!

Precisamos todos desenvolver um olhar holístico, sistêmico, integrativo e espiritual para nos tratarmos e tratarmos de nossa saúde!!! Temos portanto, de buscar cada vez mais, profissionais de saúde e educadores com esse perfil!!! Só assim, vamos transformar essa realidade, esse mundo e criaremos um mundo mais evoluído, mais justo e humano, mais fraterno, onde reine a paz e o amor!!!

Reflita, sinta e aja guiado pela sua consciência!

Um abraço afetuoso,

Ingrid Cañete